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Nota Técnica da Anvisa sobre o Uso de Máscaras em Serviços de Saúde: COVID-19

24/03/2020

🔊 Para esclarecer sobre o uso de Máscaras e outros cuidados em Serviços de Saúde devido ao Coronavírus (COVID-19), a Anvisa publicou a Nota Técnica 04/2020.  

 

Essa semana Excepcionalmente teremos váaaarias 4FarmaClass! Isso para poder cobrir os diferentes temas referentes a nossa atuação profissional em Farmácias e Drogarias e o novo Coronavírus (COVID-19). 

 

Nessa 4FarmaClass vamos conversar sobre a Nota Técnica Nº 04/2020 GVIMS/GGTES/ANVISA, atualizada em 21/03/2020, que trata das "ORIENTAÇÕES PARA SERVIÇOS DE SAÚDE:MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE QUE DEVEM SER ADOTADAS DURANTE A ASSISTÊNCIA AOS CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS DE INFECÇÃO PELO NOVO CORONAVÍRUS (SARS-CoV-2)". Aqui vamos tratar dos pontos que mais se aplicam as nossas atividades em Farmácias e Drogarias (comerciais), em especial o uso de máscaras como EPI. No final desse post você encontrará o link para acessar essa Nota Técnica da Anvisa.

 

Então... O assunto dessa 4Farma Class Especial EXTRA é:

NOTA TÉCNICA DA ANVISA SOBRE O USO DE MÁSCARAS EM SERVIÇOS DE SAÚDE: COVID-19

 

Seja muito bem-vindo ao Blog 4Farma!!!!

Minha missão é descomplicar a sua atuação como Farmacêutico em Farmácias e Drogarias 😉

 

[OBRIGADA] 🙏 por você acompanhar meus conteúdos, Curte, Compartilha e deixar seus Comentários! Quero pedir um pequeno favor... Depois de ler o post, CURTA e deixe seus COMENTÁRIOS. Assim posso avaliar se os conteúdos que compartilho são relevantes para você e se ajudam a descomplicar sua atuação como Farmacêutico. 😊

#Gratidão 

 

Vamos começar...

🚩 O que é essa Nota Técnica da Anvisa? 😕

👉 A Anvisa publicou (a atualização) das medidas para a prevenção e controle de infecção que devem ser implementadas por profissionais de serviços de saúde (não é específico para Farmácias e Drogarias!). O objetivo em si é adotar medidas para evitar ou reduzir de forma significativa a transmissão que pode ocorrer ao realizar qualquer assistência à saúde. As orientações contidas nessa versão da Nota Técnica (NT) seguem as evidências disponíveis até o dia 20/03/2020, sobre o novo Coronavírus (SARS-CoV-2).

 

A NT deixa claro que essas são:

"(...) orientações mínimas que devem ser seguidas por todos os serviços de saúde, mas os profissionais de saúde ou os serviços de saúde brasileiros podem determinar ações de prevenção e controle mais rigorosas que as definidas por este documento, baseando-se em uma avaliação caso a caso".

 

 

MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE

A NT inicia esse bloco com a informação:

"O serviço de saúde deve garantir que as políticas e as boa práticas internas minimizem a exposição a patógenos respiratórios, incluindo o novo coronavírus (SARS-CoV-2).

As medidas devem ser implementadas antes da chegada do paciente ao serviço de saúde, na chegada, triagem, espera do atendimento e durante toda a assistência prestada".

 

👉 Em nosso ambiente de trabalho, Farmácias e Drogarias, isso reflete nas Boas Práticas de Farmácia (RDC 44/09 e normas complementares), principalmente referentes a Limpeza e Sanitização de Ambientes e o Uso de EPIs. Além das rotinas já adotadas nos estabelecimentos, devemos procurar atender as orientações da  Nota Informativa nº 1/2020-SCTIE/GAB/SCTIE/MS, que trata de pontos relevantes para a reorganização de processos de trabalho e atendimentos a usuários em Farmácias ou Dispensários do Sistema Único de Saúde e do Programa Aqui Tem Farmácia Popular, durante a epidemia do coronavírus SARS-CoV-2 (COVID-19). AQUI você pode acessar a 4FarmaClass que trata dessa Nota Informatica.

 

Bem... vamos aos pontos. Lembre que as orientações do texto são para TODOS os Serviços de Saúde, incluindo públicos.

 

Vamos começar pelos...

 

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)

 

⚠️ EPI: MÁSCARA CIRÚRGICA

 

O que diz a NT:

"O número de partículas infecciosas necessárias para causar uma infecção é frequentemente incerto ou desconhecido para patógenos respiratórios. Além disso,muitas vezes há incerteza sobre a influência de fatores como a duração da exposição e a natureza dos sintomas clínicos na probabilidade de transmissão da infecção de pessoa para pessoa. Quando as máscaras faciais devem ser usadas pelo profissional de saúde em uma área de atendimento ao paciente, o controle da fonte (isto é, oferecer máscaras cirúrgicas para os pacientes sintomáticos) e a manutenção da distância do paciente (mais de 1 metro) são particularmente importantes para reduzir o risco de transmissão.

 

Desta forma, as máscaras devem ser utilizadas para evitar a contaminação da boca e nariz do profissional por gotículas respiratórias, quando o mesmo atuar a uma distância inferior a 1 metro do paciente suspeito ou confirmado de infecção pelo novo coronavírus."

*Negrito para destacar (grifo próprio)

 

"A máscara deve ser confeccionada de material tecido-não tecido (TNT), possuir no mínimo uma camada interna e uma camada externa e obrigatoriamente um elemento filtrante. A camada externa e o elemento filtrante devem ser resistentes à penetração de fluidos transportados pelo ar (repelência a fluidos). Além disso, deve ser confeccionada de forma a cobrir adequadamente a área do nariz e da boca do usuário, possuir um clipe nasal constituído de material maleável que permita o ajuste adequado do contorno do nariz e das bochechas. E o elemento filtrante deve possuir eficiência de filtragem de partículas (EFP) > 98% e eficiência de filtragem bacteriológica (BFE) > 95%.

 

Esses cuidados devem ser seguidos ao utilizarem as máscaras cirúrgicas:

  • Coloque a máscara cuidadosamente para cobrir a boca e o nariz e ajuste com segurança para minimizar os espaços entre a face e a máscara;

  • Enquanto estiver em uso, evite tocar na parte da frente da máscara;

  • Remova a máscara usando a técnica apropriada (ou seja, não toque na frente da máscara, que pode estar contaminada, mas remova sempre pelas tiras laterais);

  • Após a remoção ou sempre que tocar inadvertidamente em uma máscara usada, deve-se realizar a higiene das mãos;

  • Substitua as máscaras por uma nova máscara limpa e seca assim que a antiga tornar-se suja ou úmida;

  • Não reutilize máscaras descartáveis.

 

Observação: Máscaras de tecido não são recomendadas, sob qualquer circunstância."

 

[MEUS COMENTÁRIOS] Falando em orientação e "criatividade"... Sabemos que em muitos lugares já não se encontram máscaras e as pessoas (principalmente as que não precisam usar) começam a "criar alternativas", como máscaras no estilo "DIY" (ou "Faça você mesmo"). Você acha que isso não existe?! 🤨 Eu tenho um exemplo REAL na família... Ontem fiquei um bom tempo trocando mensagem no "Grupo da Família" explicando o uso de máscara. E isso começou com uma foto da minha mãe (isso mesmo, minha mãe) com uma máscara de lenço umedecido que ela viu na internet e fez... Imagine a minha cara quando eu vi isso... 😱 Laiá laiá. Bem, depois de muitas mensagens, áudios e etc... ela entendeu 🙏🏻.    

 

"Quem deve usar a máscara cirúrgica?
- Pacientes com sintomas de infecção respiratória (febre, tosse espirros, dificuldade para respirar).
- Profissionais de saúde e profissionais de apoio que prestarem assistência a menos de 1 metro do paciente suspeito ou confirmado.

 

Atenção: NUNCA se deve tentar realizar a limpeza da máscara já utilizadas com nenhum tipo de produto. As máscaras cirúrgicas são descartáveis e não podem ser limpas ou desinfectadas para uso posterior e quando úmidas perdem a sua capacidade de filtração".

 

"MÁSCARA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (RESPIRADOR PARTICULADO - N95 OU EQUIVALENTE)

Quando o profissional atuar em procedimentos com risco de geração de aerossol nos pacientes com infecção suspeita ou confirmada pelo novo coronavírus deve utilizar a máscara de proteção respiratória (respirador particulado) com eficácia mínima na filtração de 95% de partículas de até 0,3μ (tipo N95, N99, N100,PFF2 ou PFF3). São exemplos de procedimentos com risco de geração de aerossóis: intubação ou aspiração traqueal, ventilação não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, coletas de secreções nasotraqueais e broncoscopias.

 

A máscara de proteção respiratória deverá estar apropriadamente ajustada à face. A forma de uso, manipulação e armazenamento deve seguir as recomendações do fabricante e nunca deve ser compartilhada entre profissionais.

 

No link abaixo encontra-se um vídeo com detalhamento sobre a colocação e testes de vedação ao que o profissional deve realizar ao utilizar a máscara de proteção respiratória.

Vídeo de colocação e retirada do EPI - Anvisa: https://youtu.be/G_tU7nvD5BI 

 

 

Orientações da NT quanto ao PRAZO DE VALIDADE DAS MÁSCARAS:

 

[MEUS COMENTÁRIOS] Essa orientações é para o USO por profissionais de saúde, e NÃO a comercialização. Logo... Não é permitido expor a venda ou vender máscaras (ou qualquer outro produto ou equipamento) fora do seu prazo de validade.

Partes em negrito do texto abaixo para destacar (grifo próprio).

 

"Nota (21.03.2020): Pode-se considerar o uso de respiradores ou máscaras N95 ou equivalente, além do prazo de validade designado pelo fabricante para atendimento emergencial aos casos suspeitos ou confirmados da COVID-19. No entanto, as máscaras além do prazo de validade designado pelo fabricante podem não cumprir os requisitos para os quais foram certificados. Com o tempo,componentes como as tiras e o material da ponte nasal podem se degradar, o que pode afetar a qualidade do ajuste e da vedação.

 

Este tipo de uso pode ser liberado APENAS devido à demanda urgente causada pela emergência de saúde pública da COVID-19. Os usuários dessas máscaras que excederam o prazo de validade designado pelo fabricante devem ser orientados sobre a importância das inspeções e verificações do selo antes do uso.

 

Os usuários devem tomar as seguintes medidas de precaução antes de usar as máscaras N95 (além do prazo de validade designado pelo fabricante) no local de trabalho:

  • Inspecione visualmente a máscara N95 para determinar se sua integridade foi comprometida (máscaras úmidas, sujas, rasgadas, amassadas ou com vincos não podem ser utilizadas).

  • Verifique se componentes como tiras, ponte nasal e material de espuma nasal não se degradaram, o que pode afetar a qualidade do ajuste e a vedação e, portanto, a eficácia da máscara.

  • Se a integridade de qualquer parte da máscara estiver comprometida ou se uma verificação bem-sucedida do selo do usuário não puder ser realizada, descarte a máscara.

  • Os usuários devem realizar uma verificação do selo imediatamente após colocar cada máscara e não devem usar uma máscara que não possam executar uma verificação bem-sucedida do selo do usuário (teste positivo e negativo de vedação da máscara à face).

Observação 1: A máscara cirúrgica não deve ser sobreposta à máscara N95 ou equivalente, pois além de não garantir proteção de filtração ou de contaminação, também pode levar ao desperdício de mais um EPI, o que pode ser muito prejudicial em um cenário de escassez.

 

Observação 2: EXCEPCIONALMENTE, em situações de carência de insumos e para atender a demanda da epidemia da COVID-19, a máscara N95 ou equivalente poderá ser reutilizada pelo mesmo profissional, desde que cumpridos passos obrigatórios para a retirada da máscara sem a contaminação do seu interior. Com objetivo de minimizar a contaminação da máscara N95 ou equivalente, se houver disponibilidade, pode ser usado um protetor facial (face shield). Se a máscara estiver íntegra, limpa e seca, pode ser usada várias vezes durante o mesmo plantão pelo mesmo profissional (até 12 horas ou conforme definido pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar – CCIH do serviço de saúde).

 

Observação 3: Para remover a máscara, retire-a pelos elásticos, tomando bastante cuidado para não tocar na superfície interna e acondicione em um saco ou envelope de papel com os elásticos para fora, para facilitar a retirada da máscara. Nunca coloque a máscara já utilizada em um saco plástico, pois ela poderá ficar úmida e potencialmente contaminada.

 

Atenção: NUNCA se deve tentar realizar a limpeza da máscara N95 ou equivalente, já utilizadas, com nenhum tipo de produto. As máscaras N95 ou equivalentes são descartáveis e não podem ser limpas ou desinfectadas para uso posterior e quando úmidas perdem a sua capacidade de filtração."

 

 

Orientações da NT sobre QUEM DEVE USAR MÁSCARA N95 (ou equivalente):

"Profissionais de saúde que realizam procedimentos geradores de aerossóis como por exemplo: intubação ou aspiração traqueal, ventilação mecânica invasiva e não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar,ventilação manual antes da intubação, coletas de amostras nasotraqueais".

 

 

Outros EPIs tratados na NT:

 

⚠️ EPI: LUVAS DE PROCEDIMENTOS

"As luvas de procedimentos não cirúrgicos devem ser utilizadas, no contexto da epidemia da COVID-19, em qualquer contato com o paciente ou seu entorno (Precaução de Contato). Quando o procedimento a ser realizado no paciente exigir técnica asséptica, devem ser utilizadas luvas estéreis (de procedimento cirúrgico).

 

As recomendações quanto ao uso de luvas por profissionais de saúde são:

  • As luvas devem ser colocadas antes da entrada no quarto do paciente ou área em que o paciente está isolado.

  • As luvas devem ser removidas dentro do quarto ou área de isolamento e descartadas como resíduo infectante.

  • Jamais sair do quarto ou área de isolamento com as luvas.

  • Nunca toque desnecessariamente superfícies e materiais (tais como telefones,maçanetas, portas) quando estiver com luvas.

  • Não lavar ou usar novamente o mesmo par de luvas (as luvas nunca devem ser reutilizadas).

  • O uso de luvas não substitui a higiene das mãos.

  • Não devem ser utilizadas duas luvas para o atendimento dos pacientes, esta ação não garante mais segurança à assistência.

  • Proceder à higiene das mãos imediatamente após a retirada das luvas.

  • Observe a técnica correta de remoção de luvas para evitar a contaminação das mãos:

    • Retire as luvas puxando a primeira pelo lado externo do punho com os dedos da mão oposta.

    • Segure a luva removida com a outra mão enluvada.

    • Toque a parte interna do punho da mão enluvada com o dedo indicador oposto (sem luvas) e retire a outra luva."

[MEUS COMENTÁRIOS] Em muitas Farmácias e Drogarias os funcionários também já estão usando luvas. Isso porque entram em contato com receituários, caixinhas de medicamentos trazidos pelos clientes, outros papéis e dinheiro que podem ser fontes de contaminação. Caso seus colaboradores já estejam adotando essa medida, reforcem o cuidado da higienização adequada das mãos e o uso correto do EPI.

 

 

⚠️ EPI: PROTETOR OCULAR OU PROTETOR DE FACE (FACE SHIELD)

"Os óculos de proteção ou protetores faciais (que cubra a frente e os lados do rosto) devem ser utilizados quando houver risco de exposição do profissional a respingos de sangue, secreções corporais e excreções.

 

Os óculos de proteção ou protetores faciais devem ser exclusivos de cada profissional responsável pela assistência, devendo após o uso sofrer limpeza e posterior desinfecção com álcool líquido a 70%, hipoclorito de sódio ou outro desinfetante recomendado pelo fabricante.

 

Caso o protetor facial tenha sujidade visível, deve ser lavado com água e sabão/detergente e só depois dessa limpeza, passar pelo processo de desinfecção".

 

[MEUS COMENTÁRIOS] Ainda não vi nenhuma Farmácias ou Drogarias utilizando esse EPI. Todas aqui perto já adotaram uma barreira de afastamento do balcão de atendimento e dos caixas, o que reduz a exposição.

 

 

⚠️ EPI: CAPOTE OU AVENTAL

"O capote ou avental (gramatura mínima de 30g/m2) deve ser utilizado para evitar a contaminação da pele e roupa do profissional. O profissional deve avaliar a necessidade do uso de capote ou avental impermeável (estrutura impermeável e gramatura mínima de 50 g/m2) a depender do quadro clínico do paciente (vômitos, diarreia, hipersecreção orotraqueal, sangramento, etc).

 

O capote ou avental deve ser de mangas longas, punho de malha ou elástico e abertura posterior. Além disso, deve ser confeccionado de material de boa qualidade, atóxico, hidro/hemorrepelente, hipoalérgico, com baixo desprendimento de partículas e resistente, proporcionar barreira antimicrobiana efetiva (Teste de Eficiência de Filtração Bacteriológica - BFE), permitir a execução de atividades com conforto e estar disponível em vários tamanhos.

 

O capote ou avental sujo deve ser removido e descartado como resíduo infectante após a realização do procedimento e antes de sair do quarto do paciente ou da área de assistência. Após a remoção do capote deve-se proceder a higiene das mãos para evitar a transmissão dos vírus para o profissional, pacientes e ambiente.

 

Vídeo de colocação e retirada do EPI - Anvisa: https://youtu.be/G_tU7nvD5BI"

 

[MEUS COMENTÁRIOS] Ainda não há uma recomendação expressa para o uso desse EPI em farmácia ou drogarias, mas já vi algumas usando. Nesse momento seus colaboradores devem ser orientados quanto aos cuidados com os uniformes e as roupas utilizadas para o deslocamento casa-trabalho. 

 

 

⚠️ EPI: GORRO
"O gorro está indicado para a proteção dos cabelos e cabeça dos profissionais em
procedimentos que podem gerar aerossóis.

Deve ser de material descartável e removido após o uso". 

 

[MEUS COMENTÁRIOS] Ainda não há uma recomendação para o uso desse EPI em farmácia e drogarias.

 

Continue lendo abaixo...

 

 

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👉 A Nota Técnica também trata da CAPACITAÇÃO PARA OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE SOBRE O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)

"O serviço de saúde deve fornecer capacitação para todos os profissionais de saúde (próprios ou terceirizados) para a prevenção da transmissão de agentes infecciosos. Todos os profissionais de saúde devem ser treinados para o uso dos EPI, inclusive os dispositivos de proteção respiratória (por exemplo, máscaras cirúrgicas e máscaras N95 ou equivalente).

 

O serviço de saúde deve certificar-se de que os profissionais de saúde foram instruídos, treinados e tenham praticado o uso apropriado dos EPI antes de cuidar de um caso suspeito ou confirmado de infecção pelo novo coronavírus,incluindo a atenção ao uso correto de EPI, teste de vedação da máscara N95 (quando for necessário o seu uso) e a prevenção de contaminação de roupas,pele e ambiente durante o processo de remoção de tais equipamentos.

 

Vídeo de colocação e retirada do EPI - Anvisa: https://youtu.be/G_tU7nvD5BI "

 

[MEUS COMENTÁRIOS] Na dúvida... Se você ainda não realizou um treinamento sobre o uso de EPIs, melhor fazer. E não se esqueça da Ficha de Registro de Treinamento com as informações obrigatórias, conforme a RDC 44/2009 da Anvisa.

 

 

A NT também fala da HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

"As mãos dos profissionais que atuam em serviços de saúde podem ser higienizadas utilizando-se: água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%.

 

Os profissionais de saúde, pacientes e visitantes devem ser devidamente instruídos quanto à importância da higiene das mãos e monitorados quanto a sua implementação".

 

[MEUS COMENTÁRIOS] Aqui também se aplica um treinamento sobre as técnicas de higienização e lavagem das mãos... Também faça uma Ficha de Registro de Treinamento com as informações obrigatórias, conforme a RDC 44/2009 da Anvisa. Aproveite para rever as técnicas e orientações da NT:

 

"1. HIGIENE DAS MÃOS COM ÁGUA E SABONETE LÍQUIDO

A higiene das mãos com água e sabonete líquido é essencial quando as mãos estão visivelmente sujas ou contaminadas com sangue ou outros fluidos corporais e deve ser realizada:

  • Antes e após o contato direto com pacientes com infecção suspeita ou confirmada pelo novo coronavírus, seus pertences e ambiente próximo, bem como na entrada e na saída de áreas com pacientes infectados.

  • Imediatamente após retirar as luvas.

  • Imediatamente após contato com sangue, fluidos corpóreos, secreções, excreções ou objetos contaminados.

  • Entre procedimentos em um mesmo paciente, para prevenir a transmissão cruzada entre diferentes sítios corporais.

  • Em qualquer outra situação onde seja indicada a higiene das mãos para evitar a transmissão do novo coronavírus para outros pacientes ou ambiente.

 

Técnica: “Higiene Simples das Mãos com Sabonete Líquido e Água ”

  • Retirar acessórios (anéis, pulseiras, relógio), uma vez que sob estes objetos acumulam-se microrganismos não removidos com a lavagem das mãos.

  • Abrir a torneira e molhar as mãos, evitando encostar-se na pia.

  • Aplicar na palma da mão quantidade suficiente de sabonete líquido para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante).

  • Ensaboar as palmas das mãos, friccionando-as entre si.

  • Esfregar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa.

  • Entrelaçar os dedos e friccionar os espaços interdigitais.

  • Esfregar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai-e-vem e vice-versa.

  • Esfregar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando- se movimento circular e vice-versa.

  • Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fechada em concha, fazendo movimento circular e vice-versa.

  • Enxaguar as mãos, retirando os resíduos de sabonete. Evitar contato direto das mãos ensaboadas com a torneira.

  • Secar as mãos com papel toalha descartável. No caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre utilize papel toalha.

Duração do Procedimento: 40 a 60 segundos.

 

2. HIGIENE DAS MÃOS COM PREPARAÇÃO ALCÓOLICA

Deve-se higienizar as mãos com preparação alcoólica (sob as formas gel ou solução) quando estas NÃO estiverem visivelmente sujas.

 

A higiene das mãos com preparação alcoólica (sob a forma gel ou líquida com 1- 3% glicerina) deve ser realizada nas situações descritas a seguir:

  • Antes de contato com o paciente.

  • Após contato com o paciente.

  • Antes de realizar procedimentos assistenciais e manipular dispositivos invasivos.

  • Antes de calçar luvas para inserção de dispositivos invasivos que não requeiram preparo cirúrgico.

  • Após risco de exposição a fluidos corporais.

  • Ao mudar de um sítio corporal contaminado para outro, limpo, durante a assistência ao paciente.

  • Após contato com objetos inanimados e superfícies imediatamente próximas ao paciente.

  • Antes e após a remoção de luvas.

 

Técnica: “Fricção Antisséptica das Mãos (com preparações alcoólicas)”:

  • Retirar acessórios (anéis, pulseiras, relógio), uma vez que sob estes objetos acumulam-se microrganismos não removidos com a lavagem das mãos.

  • Aplicar na palma da mão quantidade suficiente do produto para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante).

  • Friccionar as palmas das mãos entre si.

  • Friccionar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa.

  • Friccionar as palma das mãos entre si com os dedos entrelaçados.

  • Friccionar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos e vice-versa.

  • Friccionar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando- se movimento circular e vice-versa.

  • Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fazendo um movimento circular e vice-versa.

  • Friccionar até secar espontaneamente. Não utilizar papel toalha.

Duração do Procedimento: 20 a 30 segundos."

 

Na NT tem imagens ilustrativas sobre as técnicas e você também pode acessar outros materiais sobre higiene das mãos na Anvisa: https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/category/ higienizacao-das-maos

 

 

👉 Na página 40 há informações e orientações sobre "precauções e isolamento", "precauções de gotículas e contato com corte" e outras.

 

👉 A NT trata da LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE SUPERFÍCIES, na página 46:

"Não há uma recomendação diferenciada para a limpeza e desinfecção de superfícies em contato com casos suspeitos ou confirmados pelo novo coronavírus.

 

Recomenda-se que a limpeza das áreas de isolamento seja concorrente, imediata ou terminal. A limpeza concorrente é aquela realizada diariamente; a limpeza terminal é aquela realizada após a alta, óbito ou transferência do paciente; e a limpeza imediata é aquela realizada em qualquer momento, quando ocorrem sujidades ou contaminação do ambiente e equipamentos com matéria orgânica, mesmo após ter sido realizado a limpeza concorrente.

 

A desinfecção de superfícies das unidades de isolamento deve ser realizada após a sua limpeza. Os desinfetantes com potencial para desinfecção de superfícies incluem aqueles à base de cloro, alcoóis, alguns fenóis e alguns iodóforos e o quaternário de amônio. Sabe-se que os vírus são inativados pelo álcool a 70% e pelo cloro. Portanto, preconiza-se a limpeza das superfícies do isolamento com detergente neutro seguida da desinfecção com uma destas soluções desinfetantes ou outro desinfetante padronizado pelo serviço de saúde, desde que seja regularizado junto à Anvisa.

 

No caso da superfície apresentar matéria orgânica visível deve-se inicialmente proceder à retirada do excesso da sujidade com papel/tecido absorvente e posteriormente realizar a limpeza e desinfecção desta. Ressalta-se a necessidade da adoção das medidas de precaução para estes procedimentos.

 

Deve-se limpar e desinfetar as superfícies que provavelmente estão contaminadas, incluindo aquelas que estão próximas ao paciente (por exemplo, grades da cama, cadeiras, mesas de cabeceira e de refeição) e superfícies frequentemente tocadas no ambiente de atendimento ao paciente (por exemplo, maçanetas, grades dos leitos, interruptores de luz, superfícies de banheiros nos quartos dos pacientes).

 

Além disso, inclua os equipamentos eletrônicos de múltiplo uso (ex: bombas de infusão) nas políticas e procedimentos de limpeza e desinfecção, especialmente os itens usados pelos pacientes, os usados durante a prestação da assistência ao paciente e os dispositivos móveis que são movidos frequentemente para dentro e para fora dos quartos dos pacientes (ex: verificadores de pressão arterial e oximetria).

 

Outras orientações sobre o tema podem ser acessadas no Manual de Segurança do Paciente: limpeza e desinfecção de superfícies, publicado pela Anvisa e disponível no link: http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271892/Manual+de+Limpeza+e+Desinfec%C3%A7%C3%A3o+de+Superf%C3%ADcies/1c9cda1e-da04-4221-9bd1- 99def896b2b5

 

 

👉 Não podemos esquecer dos RESÍDUOS:

 

TRATAMENTO DE RESÍDUOS

"De acordo com o que se sabe até o momento, o novo coronavírus pode ser enquadrado como agente biológico classe de risco 3, seguindo a Classificação de Risco dos Agentes Biológicos, publicada em 2017, pelo Ministério da Saúde http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3 e d.pdf, sendo sua transmissão de alto risco individual e moderado risco para a comunidade. Portanto, todos os resíduos provenientes da assistência a pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus (COVID-19) devem ser enquadrados na categoria A1, conforme Resolução RDC/Anvisa nº 222, de 28 de março de 2018 (...)".

 

"Ressalta-se ainda, que conforme a RDC/Anvisa nº 222/18, os serviços de saúde devem elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde –PGRSS, que é o documento que aponta e descreve todas as ações relativas ao gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde, observadas suas características e riscos, contemplando os aspectos referentes à geração, identificação, segregação,acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, destinação e disposição final ambientalmente adequada, bem como as ações de proteção à saúde pública, do trabalhador e do meio ambiente".

 

[MEUS COMENTÁRIOS] A questão aqui é que sua Farmácia ou Drogaria deve possuir um PGRSS válido e que cumpra as exigências da RDC 222/18, além de outras normas federais, estaduais e municipais complementares. Não há necessidade (até o momento) de criar um "novo PGRSS". Isso se o seu PGRSS já atender a todos os requisitos técnicos e sanitários. 

 

👉 A NT, na página 49, trata da COMUNICAÇÃO:

"Os serviços de saúde devem implementar mecanismos e rotinas que alertem prontamente as equipes dos serviços de saúde, incluindo os setores de controle de infecção, epidemiologia, direção do serviço de saúde, saúde ocupacional, laboratório clínico e equipes de profissionais que atuam na linha de frente da assistência, sobre os casos suspeitos ou confirmados de infecções pelo novo coronavírus.

 

Além disso, todos os serviços de saúde devem designar pessoas específicas que ficarão responsáveis pela comunicação e colaboração com as autoridades de saúde pública. Todos os casos suspeitos ou confirmados devem ser comunicados às autoridades de saúde pública, seguindo as orientações publicadas periodicamente pelo Ministério da Saúde".

 

👉 Voltando lá em "Medidas de Prevenção e Controle":

Tópico 2️⃣ Atendimento ambulatorial ou pronto atendimento:

"Ao agendar consultas, instrua os pacientes e acompanhantes a informar já na chegada ao serviço se estiverem com sintomas de alguma infecção respiratória (por exemplo, tosse, coriza, febre, dificuldade para respirar) e tomar as ações preventivas apropriadas, por exemplo, usar máscara cirúrgica a partir da entrada do serviço, se puder ser tolerada. Para indivíduos que não podem tolerar o uso da máscara cirúrgica devido por exemplo, a secreção excessiva ou falta de ar, deve-se orientá-lo a realizar rigorosamente a higiene respiratória, ou seja, cobrir a boca e o nariz quando tossir ou espirrar com papel descartável e realizar a higiene das mãos com água e sabonete líquido OU álcool gel 70%, imediatamente".

 

[MEUS COMENTÁRIOS] E os Serviços Farmacêuticos... O que fazer nesse momento? Suspender ou não os Serviços?

Situação bem delicada... Na minha opinião, cabe a cada Farmacêutico e empresa avaliar os riscos e decidir por manter ou não o atendimento. Dependendo dos serviços que você realiza. Por exemplo, perfuração do glóbulo auricular para colocação de brinco: ninguém deveria se preocupar em furar ou não a orelha nesse momento (eu acho). Então suspender esse serviço não causaria nenhum grande transtorno à Farmácia ou a comunidade. Avalie... 

Se for manter o atendimento nos serviços, sugiro seguir as orientações acima.

 

👉 Algumas das medidas da NT que devem ser seguidas pelos serviços em Farmácias e Drogarias, principalmente com casos suspeitos ou confirmados de coronavírus. Avalie o que pode ser implantado no seu estabelecimento:

  • "Orientar os profissionais de saúde quanto às medidas de precaução a serem adotadas.

  • Disponibilizar máscara cirúrgica para os pacientes e acompanhantes e prover condições para higiene das mãos.

  • Casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) devem permanecer preferencialmente em área separada até a consulta ou encaminhamento para o hospital (caso necessária a remoção do paciente).

  • Orientar os pacientes a adotar as medidas de etiqueta respiratória:

    • Se tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com cotovelo flexionado ou lenço de papel;

    • Utilizar lenço descartável para higiene nasal (descartar imediatamente após ouso e realizar a higiene das mãos);

    • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

    • Realizar a higiene das mãos.

  • Prover lenço descartável para higiene nasal na sala de espera. Prover lixeira com acionamento por pedal para o descarte de lenços de papel.

  • Prover dispensadores com preparações alcoólicas para a higiene das mãos(sob as formas gel ou solução a 70%) nas salas de espera e estimular a higiene das mãos após contato com secreções respiratórias.

  • Prover condições para higiene simples das mãos: lavatório/pia com dispensador de sabonete líquido, suporte para papel toalha, papel toalha,lixeira com tampa e abertura sem contato manual.

  • Manter os ambientes ventilados.

  • Eliminar ou restringir o uso de itens compartilhados por pacientes como canetas, pranchetas e telefones.

  • Realizar a limpeza e desinfecção das superfícies do consultório e de outros ambientes utilizados pelo paciente.

  • Realizar a limpeza e desinfecção de equipamentos e produtos para saúde que tenham sido utilizados na assistência ao paciente.

  • Se houver necessidade de encaminhamento do paciente para outro serviço de saúde, sempre notificar previamente o serviço referenciado."

"De acordo com o que se sabe até o momento, as seguintes orientações devem ser seguidas pelos serviços de saúde:

1. Garanta a triagem e o isolamento rápidos de pacientes com sintomas suspeitos de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) ou outra infecção respiratória (por exemplo, febre e tosse):

  • Identifique os pacientes em risco de ter infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) antes ou imediatamente após a chegada ao estabelecimento de saúde.

  • Implementar procedimentos de triagem para detectar pacientes sob investigação para o novo coronavírus (SARS-CoV-2) durante ou antes da triagem ou registro do paciente: garantir que todos os pacientes sejam questionados sobre a presença de sintomas de uma infecção respiratória ou contato com possíveis pacientes com o novo coronavírus (SARS-CoV-2).

 

2. Oriente adequadamente a realização da higiene respiratória e etiqueta da tosse (por exemplo, colocando uma máscara cirúrgica sobre o nariz e a boca do paciente) e isole o caso suspeito ou confirmado em uma sala.

  • Forneça suprimentos para higiene respiratória e etiqueta da tosse, incluindo condições para a higiene das mãos e forneça máscaras cirúrgicas, nas entradas dos serviços de saúde, salas de espera de pacientes, etc.

 

3. Oriente sobre a necessidade da higiene das mãos frequente com água e sabonete líquido (40-60 segundos) OU preparação alcoólica a 70% (20 segundos).

*Negrito para destacar (grifo próprio)

 

(Não tem item "4" mesmo)

5. Oriente que os pacientes e profissionais de saúde evitem tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.

 

6. Realize a limpeza e a desinfecção de objetos e superfícies tocados com frequência pelos pacientes e equipes assistenciais.

 

7. Oriente os profissionais de saúde a evitar tocar superfícies próximas ao paciente(ex. mobiliário e equipamentos para a saúde) e aquelas fora do ambiente próximo ao paciente, com luvas ou outros EPI contaminados ou com as mãos contaminadas.

 

8. Oriente os profissionais de saúde e profissionais de apoio a utilizarem equipamentos de proteção individual (EPI) durante a assistência direta aos pacientes ou que tenham contato com o paciente ou superfícies e materiais/produtos utilizados por ele e por seus acompanhantes/visitantes."

 

👉 Você pode encontrar vários Cartazes da Anvisa com orientações sobre as medidas de precauções no link: https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/category/cartazes

 

 

👉 Na NT, página 13, você encontra um quadro (figura 2) com as "recomendação de medidas a serem implementadas para prevenção e controle da disseminação do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em serviços de saúde":

 

  • "CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS E ACOMPANHANTES: usar máscara cirúrgica; usar lenços de papel (tosse, espirros,secreção nasal); higiene das mãos frequente com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%.

  • PROFISSIONAIS DE SAÚDE: higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%; óculos de proteção ou protetor facial; máscara cirúrgica; avental; luvas de procedimento; gorro (para procedimentos que geram aerossóis)

    • Observação: os profissionais de saúde deverão utilizar máscaras N95, FFP2, ou equivalente, ao realizar procedimentos geradores de aerossóis como por exemplo,intubação ou aspiração traqueal, ventilação mecânica invasiva e não invasiva,ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação,coletas de amostras nasotraqueais.

  • PROFISSIONAIS DE APOIO (profissionais da higiene e limpeza, nutrição,manutenção, etc): higiene das mãos frequente com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%; gorro (para procedimentos que geram aerossóis); óculos de proteção ou protetor facial; máscara cirúrgica; avental; luvas de procedimentos.

Atenção: profissionais da higiene e limpeza, acrescentar luvas de borracha com cano longo e botas impermeáveis de cano longo."

 

👉 Veja a observação 2 desse quadro:

"Usar uma máscara cirúrgica é uma das medidas de prevenção para limitar a propagação de doenças respiratórias, incluindo o novo coronavírus (SARS-CoV-2). No entanto, apenas o uso da máscara é insuficiente para fornecer o nível seguro de proteção e outras medidas igualmente relevantes devem ser adotadas, como a higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%, antes e após a utilização das máscaras. Usar máscaras quando não indicado pode gerar custos desnecessários e criar uma falsa sensação de segurança que pode levar a negligenciar outras medidas como a prática de higiene das mãos. Além disso, a máscara deve estar apropriadamente ajustada à face para garantir sua eficácia e reduzir o risco de transmissão. Todos os profissionais devem ser orientados sobre como usar, remover, descartá-las e na ação de higiene das mãos antes e após o uso.

*Negrito para destacar (grifo próprio)

 

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Muito obrigada!

Um grande abraço e até o nosso próximo encontro 😉

Isabel Schittini  

 

 

Link Relacionado com o post:

NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020, AQUI

 

 

 

 

Créditos das imagens: Freepik

 

 

 

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